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Olá mundo!²

“Olá mundo!”

Legalzinha essa saudação do WordPress, nem vou apagar =]

 

Bem, há algum tempo venho querendo fazer meu blog, mas sempre deixava pra depois. Hoje, um acontecimento especial me fez deixar a preguiça de lado e colocar a mão na massa.

O nascimento de Gabriela, filha de uma vizinha/colega me deixou meio chorosa agora há pouco. Georgina (a mãe), nascida em setembro, dois meses e alguns dias antes de mim, me fez mais uma vez enxergar o quanto a maternidade fortalece uma simples menina. Vê-la ali, deitada ao lado da filha, que tão pequena e tão frágil, retratava incrivelmente a beleza do simples fato ser mãe. Ouvi-la dizer que tinha gritado, que as dores eram fortes, que ela sentiu medo, e que agora, amamentar doía muito, me assustou um pouco, porém, vê-la fazendo carinho no rosto da filha, tirou toda e qualquer má impressão dessa situação.

É realmente incrível como o tempo passa rápido, e como as coisas mudam com o decorrer dele. Lembro perfeitamente de quando éramos 5ª série e estudávamos na mesma sala. Jamais imaginei que viveria essa situação. Hoje, com 19 anos, vivemos em mundos totalmente diferentes. Ela casada, com uma filhinha linda, eu, meio encalhada, porém, animadíssima com o que a vida tem a me oferecer!

O mais engraçado de tudo isso é o estado que fico quando vejo uma cena dessas. Uma mãe segurando uma filha, amamentando. De vez em quando lembro de umas das cenas que costumo dizer, foi uma das mais lindas que já vi: a ultra-sonografia de Gustavo, filho da minha prima Eva. Lembro que ela colocou a fita de vídeo para assistirmos, quando de repente, vejo a mãozinha dele na “parede da barriga”, fiquei encantadíssima com aquela imagem, era tudo tão perfeito, tão lindo! O mesmo aconteceu quando assisti a ultra-som de Michelle, também minha prima. Ver Giovanna, ali naquela tv, uma coisa tão pequenininha, que quase não dava pra identificar, ver a cara de Michelle ao ver as imagens, meio sem entender como é que ela entendia aquilo ali, quando de repente, de novo, vejo uma bracinho, uma perninha, tudo tão minúsculo e tão perfeito ao mesmo tempo. Chorávamos emocionadas enquanto a trilha sonora que acompanhava a cena, eram as batidas de um coraçãozinho, aparentemente tão frágil, que de tão esperado e amado, transformava-se numa verdadeira fortaleza.

Há poucos dias atrás ouve também o nascimento de Maria Fernanda, filha de um amigo meu, ainda não tive a oportunidade de visitá-la, mas adoro conversar com ele e ouvi-lo falar da sua “Princesa Nanda”. Ver a empolgação com que ele fala da filha, mostra que os homens também merecem crédito quando se fala em filhos.

A chegada de Maria Júlia, filha de Grace (uma amiga), marcada pra novembro também vem mexendo um pouco comigo. A figura da Grace irresponsável e inconseqüente vem se escondendo por trás daquele barrigão enorme que a cada dia vem crescendo mais e mais.

Nossa! Quanta criança! (huehuehue)

Bem, não tenho mais nada de muito importante a declarar, a não ser o meu imenso desejo por uma vida digna e com muito respeito a cada uma dessas crianças que acabaram de chegar e também as que já fazem parte desse caos.

Fernanda e Gabriela, bem vindas à vida!                             

Maria Júlia, estamos a sua espera!

 

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Olá mundo!

=]

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