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[Adeus você- Los Hermanos]

Escutar essa música em meados de 2006 era o mesmo que passar uma semana sem comer, apanhado todo dia e dormindo na chuva. Sentia um vazio enorme, uma dor terrível, uma sensação de que tava tudo perdido, insegurança. Sofrer era minha política de vida. Sei que algumas pessoas ao lerem isso aqui, vão se sentir supresas por essa revelação, pq apesar de todos os pesares, eu conseguia disfarçar muito bem, essa pelo menos era minha intenção. Não queria preocupar ninguém, até pq, acho mesmo que ninguém ia entender…

Bem, que eu sofri é fato, e que eu resolvi parar de sofrer tb! 

Pretendo ter tirado belas e boas lições de tudo o que passou, hj me sinto melhor, aliás, hj eu sou melhor! Decidi por viver a vida como eu quero que ela seja, e não aceitá-la como ela é!

Ps: A letra da música diz tudo, não preciso explicar mais nada a respeito do q aconteceu, neh não?! =]

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Não sei pq, mas ando tão esquisita esse dias! Sinto falta de algo, sinto falta de alguém, sinto coisas estranhas, coisas ruins. Ando meio desacreditada no tão falado e talvez vivido amor. Mas ao mesmo tempo me sinto feliz, feliz por desacreditar, feliz por sentir falta de alguém e não “do alguém”, feliz por simplesmente estar feliz.

Muita coisa aconteceu de uns anos pra cá, e eu descobri que a gente aprende muito mais quando pára um pouquinho pra pesar tudo o que aconteceu. Nossas atitudes, escolhas, decisões, enfim, tudo o que fizemos ao longo de uma adolescência.

Decidi usar meu blog pra contar pra alguns gatos pingados através de palavras minhas ou talvez de outras pessoas (músicas e poesias), a minha visão de tudo o que aconteceu, de tudo o que passou, a minha versão, o meu aprendizado.

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Não sei bem por onde começar, mas sei perfeitamente como afirmar que hoje me sinto alguém mais forte, mais segura e bem mais Eu!

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[In’Corpo]

Essa talvez seja a coisa mais linda sobre o amor que eu já li em toda minha vida:

Não falo do amor romântico,
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa
Que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,
Antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?
Minha resposta? o amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
O amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
Decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha. como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade
em delírio
Porque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

[Vênus-Paulinho Moska]

Olá mundo!²

“Olá mundo!”

Legalzinha essa saudação do WordPress, nem vou apagar =]

 

Bem, há algum tempo venho querendo fazer meu blog, mas sempre deixava pra depois. Hoje, um acontecimento especial me fez deixar a preguiça de lado e colocar a mão na massa.

O nascimento de Gabriela, filha de uma vizinha/colega me deixou meio chorosa agora há pouco. Georgina (a mãe), nascida em setembro, dois meses e alguns dias antes de mim, me fez mais uma vez enxergar o quanto a maternidade fortalece uma simples menina. Vê-la ali, deitada ao lado da filha, que tão pequena e tão frágil, retratava incrivelmente a beleza do simples fato ser mãe. Ouvi-la dizer que tinha gritado, que as dores eram fortes, que ela sentiu medo, e que agora, amamentar doía muito, me assustou um pouco, porém, vê-la fazendo carinho no rosto da filha, tirou toda e qualquer má impressão dessa situação.

É realmente incrível como o tempo passa rápido, e como as coisas mudam com o decorrer dele. Lembro perfeitamente de quando éramos 5ª série e estudávamos na mesma sala. Jamais imaginei que viveria essa situação. Hoje, com 19 anos, vivemos em mundos totalmente diferentes. Ela casada, com uma filhinha linda, eu, meio encalhada, porém, animadíssima com o que a vida tem a me oferecer!

O mais engraçado de tudo isso é o estado que fico quando vejo uma cena dessas. Uma mãe segurando uma filha, amamentando. De vez em quando lembro de umas das cenas que costumo dizer, foi uma das mais lindas que já vi: a ultra-sonografia de Gustavo, filho da minha prima Eva. Lembro que ela colocou a fita de vídeo para assistirmos, quando de repente, vejo a mãozinha dele na “parede da barriga”, fiquei encantadíssima com aquela imagem, era tudo tão perfeito, tão lindo! O mesmo aconteceu quando assisti a ultra-som de Michelle, também minha prima. Ver Giovanna, ali naquela tv, uma coisa tão pequenininha, que quase não dava pra identificar, ver a cara de Michelle ao ver as imagens, meio sem entender como é que ela entendia aquilo ali, quando de repente, de novo, vejo uma bracinho, uma perninha, tudo tão minúsculo e tão perfeito ao mesmo tempo. Chorávamos emocionadas enquanto a trilha sonora que acompanhava a cena, eram as batidas de um coraçãozinho, aparentemente tão frágil, que de tão esperado e amado, transformava-se numa verdadeira fortaleza.

Há poucos dias atrás ouve também o nascimento de Maria Fernanda, filha de um amigo meu, ainda não tive a oportunidade de visitá-la, mas adoro conversar com ele e ouvi-lo falar da sua “Princesa Nanda”. Ver a empolgação com que ele fala da filha, mostra que os homens também merecem crédito quando se fala em filhos.

A chegada de Maria Júlia, filha de Grace (uma amiga), marcada pra novembro também vem mexendo um pouco comigo. A figura da Grace irresponsável e inconseqüente vem se escondendo por trás daquele barrigão enorme que a cada dia vem crescendo mais e mais.

Nossa! Quanta criança! (huehuehue)

Bem, não tenho mais nada de muito importante a declarar, a não ser o meu imenso desejo por uma vida digna e com muito respeito a cada uma dessas crianças que acabaram de chegar e também as que já fazem parte desse caos.

Fernanda e Gabriela, bem vindas à vida!                             

Maria Júlia, estamos a sua espera!

 

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Olá mundo!

=]